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Dólar cai ao menor nível em quase dois anos e Bolsa renova recorde

O dólar caiu ao menor nível em quase dois anos e o Ibovespa renovou recordes nesta quarta-feira (8). Com a trégua anunciada entre Estados Unidos e Irã, ativos considerados mais arriscados ganharam força ao redor do mundo. No Brasil, o movimento se refletiu na queda do dólar ao menor patamar em mais de um ano e no avanço do Ibovespa a novas máximas históricas.

Conforme publicado pela Agência Brasil, o dólar comercial fechou em queda de cerca de R$ 0,052 (-1,01%), cotado a R$ 5,103, no menor nível desde 17 de maio de 2024. Durante a manhã da quarta-feira (8), a moeda chegou a cair ainda mais, encostando em R$ 5,06, impulsionada pela reação inicial positiva dos investidores.

Ao longo da tarde, no entanto, o ritmo de queda perdeu força diante de sinais de fragilidade no cessar-fogo. Declarações de autoridades iranianas e novos episódios de tensão na região voltaram a trazer volatilidade ao câmbio.

No acumulado do ano, o dólar já registra desvalorização superior a 7,02% frente ao real. Na renda variável, o Ibovespa acompanhou o movimento global e voltou a renovar máximas históricas. O principal índice da Bolsa brasileira subiu 2,09%, aos 192.201 pontos, depois de chegar a ultrapassar os 193 mil pontos no melhor momento do pregão.

Foi o sétimo avanço consecutivo da Bolsa, impulsionado pela redução dos prêmios de risco e pela valorização de ações de bancos e empresas ligadas ao ciclo doméstico da economia.

No exterior, os principais índices de Nova York também registraram ganhos expressivos, refletindo o ambiente de maior apetite por ativos considerados mais arriscados.

Por outro lado, ações de petroleiras tiveram desempenho negativo, pressionadas pela forte queda do petróleo no mercado internacional, conforme a matéria do site Agência Brasil.

Os preços da commodity recuaram com intensidade e voltaram a ser negociados abaixo de US$ 100 por barril, diante da expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de energia.

O barril do tipo Brent, referência nas negociações internacionais, caiu mais de 13%, para cerca de US$ 94. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, recuou mais de 16%, também para a faixa de US$ 94.


Com informações da Reuters