A exposição "O Mar Perdido de Pirabas" segue aberta ao público no Centro de Ciências e Planetário do Pará (CCPPA), em Belém, convidando os visitantes a conhecer um capítulo pouco conhecido da história natural paraense. A mostra é resultado de uma parceria entre a Universidade do Estado do Pará (Uepa) e a Universidade Federal do Pará (UFPA).
A experiência apresenta fósseis e reconstruções de espécies que habitaram a região há mais de 20 milhões de anos, quando parte do nordeste paraense era coberta por um extenso mar. Entre os animais retratados estão tubarões, arraias, tartarugas marinhas, peixes-boi, crocodilos e diversos invertebrados.
Desenvolvida pelo projeto de extensão Paleoexploradores, a exposição utiliza fósseis, paleoarte, cenografia e recursos interativos para proporcionar uma experiência imersiva ao público. A proposta é aproximar a população da paleontologia e valorizar o patrimônio fossilífero amazônico, destacando a ciência produzida na região.
Baseada no acervo da Formação Pirabas, um dos mais importantes sítios paleontológicos da Amazônia, a mostra busca ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade que existiu no território paraense durante o período Mioceno, muito antes do surgimento da espécie humana.
A exposição pode ser visitada às quartas-feiras, das 14h30 às 17h30, com entrada gratuita, aos sábados, das 8h30 às 11h30, e também durante as visitas escolares realizadas no Planetário.

Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
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