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Inglaterra nomeia oficialmente primeira mulher arcebispa para liderar Igreja Anglicana

Sarah Mullally foi oficialmente confirmada como arcebispa da Cantuária, principal arquidiocese da Igreja Anglicana, nesta quarta-feira (28). Esta é a primeira vez que uma mulher é nomeada líder da igreja nos 1.400 anos de história de existência do cargo.

Aos 63 anos, Sarah Mullally é uma ex-enfermeira que trabalhou como diretora de enfermagem da Inglaterra no início dos anos 2000. Segundo a CNN, ela defendeu a criação de uma cultura aberta e transparente nas igrejas, que permita a diferença e o desacordo.

A nomeação da arcebispa também a torna líder cerimonial de cerca de 85 milhões de anglicanos em todo o mundo. De acordo com a reportagem da CNN, a nomeação de uma mulher arrisca divisões teológicas mais profundas com alguns dos ramos mais conservadores da igreja em países africanos.

Reformas introduzidas há 11 anos possibilitaram que uma mulher ocupasse o cargo e, ao ser nomeada 106ª arcebispa da Cantuária, Mullally se torna a líder feminina de uma das últimas áreas da vida pública britânica a ser liderada por homens.

Mas para os anglicanos em todo o mundo, cerca de dois terços dos quais vivem em países como Nigéria, Quênia e Uganda, a nomeação da primeira mulher arcebispa pode destacar ainda mais a diferença em relação à igreja-mãe na Inglaterra.

Refletindo o status da Igreja Anglicana como a igreja estabelecida da Inglaterra, o gabinete do primeiro-ministro Keir Starmer anunciou a decisão com o consentimento formal do rei Charles, que é o governador supremo da Igreja da Inglaterra, um papel estabelecido no século XVI, quando o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica.

Oposição à nomeação - A GAFCON, um grupo de igrejas anglicanas conservadoras da África e da Ásia, afirmou que a nomeação da primeira mulher arcebispa da Cantuária pela Igreja da Inglaterra demonstrou que o braço inglês da igreja havia “renunciado à sua autoridade de liderança”.