Entre memória, território e pertencimento, a 24ª Semana Nacional de Museus transforma espaços culturais em pontos de encontro e escuta. Em Belém, a programação do Museu das Amazônias (MAZ) aposta em experiências sensíveis e participativas para aproximar o público das múltiplas narrativas amazônicas, ampliando o acesso à cultura e reforçando o papel dos museus como agentes de conexão.
“A Semana Nacional de Museus é uma oportunidade de fortalecer o diálogo entre o museu e a comunidade, ampliando o acesso à cultura, à memória e às múltiplas narrativas das Amazônias”, explica Gabriele Martins, coordenadora de programação do Museu das Amazônias, sobre o objetivo central da iniciativa.
Realizada em instituições de todo o país entre os dias 18 e 24 de maio, a iniciativa propõe uma programação integrada que reúne literatura, arte, memória e práticas de cuidado comunitário. No Museu das Amazônias, as atividades são gratuitas e ocupam a Varanda do museu e o Parque de Bioeconomia, no Complexo Porto Futuro, convidando o público a vivenciar o espaço de forma ativa e conectada ao território.
Alinhada ao tema deste ano, “Museus: unindo um mundo dividido”, a programação reforça o papel desses espaços como mediadores de diálogo e construção coletiva, estimulando reflexões sobre identidade, diversidade e pertencimento a partir da realidade amazônica.

A programação inicia na sexta-feira (22), às 14h, com a mesa “Narrativas que resistem: leitura, museologia e práticas de cuidado comunitário”, dentro do projeto Vivências MAZ. O encontro propõe uma reflexão sobre o papel da leitura e da museologia na preservação de histórias, identidades coletivas e saberes das Amazônias, especialmente em territórios periféricos.
Ainda na sexta-feira, às 16h30, também como parte do Vivências MAZ, o público poderá participar da oficina “Mapeando Territórios: Cartografias da Memória Amazônica”, conduzida pelo Projeto Tomate Leitura. Inspirada em autores como Dalcídio Jurandir e Monique Malcher, a atividade propõe a criação coletiva de cartografias afetivas da Amazônia, conectando arte, literatura e museologia social para refletir sobre pertencimento, memória e preservação cultural.
No sábado (23), a varanda do MAZ recebe duas oficinas voltadas à criatividade e à memória. Às 10h, o público será convidado a criar objetos cenográficos inspirados em obras da literatura amazônica. Já às 16h, acontece a oficina “Maquetes: reconstruindo a memória”, em que os participantes poderão produzir maquetes de prédios históricos e monumentos de Belém. As atividades têm classificação livre.
A programação encerra no domingo, 24, com uma visita mediada pelo Complexo Porto Futuro, às 10h, apresentando ao público a história da região portuária de Belém. Às 16h, as crianças poderão participar da atividade educativa “Roteirinho”, realizada na varanda do museu, que explora de forma lúdica a história do Porto Futuro por meio de oficinas e vivências.
Serviço:
Sexta-feira (22) - Vivências MAS
14h - Mesa “Narrativas que resistem: leitura, museologia e práticas de cuidado comunitário” I Público Livre
16h30 - Oficina “Mapeando Territórios: Cartografias da Memória Amazônica” I Público Livre
Sábado (23)
10h - Oficina de criação de objetos cenográficos inspirados em obras literárias das Amazônias I Público Livre
16h - Oficina “Maquetes: reconstruindo a memória” I Público Livre
Domingo (24)
10h - Visita mediada pelo Complexo Porto Futuro I Público Livre
16h - Atividade educativa infantil “Roteirinho”I Infantojuvenil

Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
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